quinta-feira, 23 de abril de 2015

Tratamento para dislexia



A partir do Glossário foi escolhida a dislexia para conhecer seu tratamento.

O diagnóstico é realizado por uma equipe interdisciplinar, formada por professor, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo. Antes de afirmar que a pessoa é disléxica, é necessário ter certeza que o paciente não sofre de deficiência visual, auditiva, problemas emocionais, psicológicos e socioeconômicos, pois esses problemas também interferem na aprendizagem e afetam a alfabetização do aluno.
Resultado de imagem para tratamento para dislexiaO tratamento tem que vir ao encontro das necessidades individuais do paciente, não havendo terapia exclusiva para todos os disléxicos.  Também não existe nenhum medicamento específico que possa curar a dislexia, por isso só é indicado medicar, quando há outros fatores envolvidos, como transtornos de atenção e problemas comportamentais.
Tratar a dislexia demanda muita persistência, pois é um processo longo. Ela não tem cura, mas auxilia o paciente quanto às suas limitações, permitindo uma melhora progressiva e evitando, assim, que sofra problemas sérios relacionados à autoestima e socialização.

Como professor, é necessário conhecer algumas dicas para o tratamento da dislexia no cotidiano:

  • Trate o aluno disléxico com naturalidade;
  • Use linguagem direta, clara e objetiva quando falar com ele;
  • Fale olhando diretamente para ele;
  • Traga-o para perto da lousa e da mesa do professor;
  • Verifique sempre e discretamente se ele demonstra estar entendendo a sua exposição;
  • Certifique-se de que as instruções para determinadas tarefas foram compreendidas por ele;
  • Observe discretamente se ele fez as anotações da lousa e de maneira correta antes de apagá-la;
  • Observe se ele está se integrando com os colegas;
  • Estimule-o, incentive-o, faça-o acreditar em si, a sentir-se forte, capaz e seguro;
  • Sugira-lhe “dicas”, “atalhos”, “jeitos de fazer”, “associações”, que o ajudem a lembrar-se de, a executar atividades ou a resolver problemas;
  • Não lhe peça para fazer coisas na frente dos colegas, que o deixem na berlinda: principalmente ler em voz alta;
  • Prefira os métodos indutivos aos dedutivos, pois em geral, o disléxico tende a lidar melhor com as partes do que com o todo.
  • Permita, sugira e estimule o uso de gravador, tabuada, máquina de calcular, recursos da informática, entre outros;
  • Permita, sugira e estimule o uso de outras linguagens. 




Fontes:
 

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